Filha de Ogum e Oyá, feminista, sou escritora e professora. Dois ofícios que se irmanam à partilha, à empatia e à troca de saberes. Acredito na revolução cotidiana da ternura e na potência da língua popular brasileira: múltipla, polissêmica e poética. O caminho é candente, mesmo na travessia das águas. O ciclo de lunação abraça a bruxa ancestral e a encantaria e me (des)orienta. Hilda Hilst é meu mapa; Clarice Lispector, minha bússola.

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